Convite
És a minha juventude,
Fonte da minha inspiração…
Sonhar com atitude,
Tira-me a solidão!
Convida-me para dançar
Atenua a minha dor,
Leva-me a sonhar,
Nas asas do amor!
Contigo voarei
A ouvir a canção,
No salão rodopiarei…
Espalharei emoção!
Bailar, bailar…
Acalma a solidão.
Moreira Balde 26. 10. 2008
sábado, 9 de outubro de 2010
Uma noite de Sonho
Uma Noite de Sonho
Tudo era tão perfeito que confundi realidade com magia. Não sei bem o que sentia, a embriaguês do momento levou-me a voar por céus, mares, planícies, enfim…
Por instantes, quase acreditei que eu, não era eu!
A sintonia foi tanta, o mel tão autêntico que tudo em volta deixou de existir; vivi uma realidade que só a juventude nos oferece. Foi contagiante a alegria, nada nem ninguém consegue igualar tamanha felicidade. No meu conceito, não encontro léxico adequado para expressar tamanha emoção.
Tal como havíamos combinado, saímos.
O local escolhido foi de comum acordo e na pequena viagem realizada, observei uma vez mais a lua cheia, as estrelas, e a ternura contagiante de uma paixão viva.
O jantar não foi dos deuses, mas muito delicioso e repleto de ternura. O peixe como sempre foi a minha escolha, não troco esta iguaria por mais nenhuma. Sou fiel ao meu degustar.
O tempo, esse nunca parou, mas na minha mente ficou estabilizado, tão sossegado que nem me lembrei de olhar para a máquina da precisão.
Não brindamos ao amor, nem a um futuro encontro, com efeito, no meu coração a promessa ficou em cada palavra, em cada gesto e no mais expressivo dos nossos olhares.
Nas minhas fantasias, e nos meus sonhos acordados, eu já tinha vivido o fascínio estonteante da dança. Como de magia se tratasse, em tua companhia e nos teus braços, voei pelo salão e tornei-me a estrela mais brilhante de todo o universo.
Os nossos corpos rodopiaram, e as colcheias da melodia encaixavam na perfeição. Escutei-te cantar, e guiada por ti, bailava… bailava!
Completamente sóbria acordada e muito feliz, pedi para me beliscares, pois queria ter a certeza que vivia uma realidade sem que esta fosse apenas fruto da minha imaginação.
Os movimentos conduzidos pelo tempo musical, surgiam certinhos como os de um par bem treinado para a sua grande noite de gala.
Que fascínio… que loucura!
A noite de uma Cinderela dos contos de fadas aconteceu, e eu dançava, dançava…
Levada pela emoção e pelo prazer dos passos outrora interiorizados, guardados pelo tempo no baú das minhas relíquias, acabaram por desabrochar.
A atmosfera envolvente surgia, o compasso e a melodia, ambos muito delicados, acariciavam-nos e a coreografia emanava um perfume sublime, suave, enternecedor…
O mago abriu a tampa, e a essência embriagou completamente cada segundo, cada dança, cada passo, cada movimento, enfim…. Foi para mim, uma noite de magia perene!
Eterna, porque prevalecerá em minha mente pela vida fora, eterna porque continuarei a dançar nos meus delírios, mesmo que nunca mais volte a acontecer.
Este foi sem dúvida um dos melhores prazeres que a vida me ofereceu. A magia ficará comigo, a música, para quem a souber escutar, e a paixão pela dança, só para os amantes desta arte.
A harmonia foi perfeita, o momento muito especial, e aquela noite, apenas ao meu mundo pertencerá.
Quanto tempo passou? Quase já nem me lembrava mais o quanto amava este deleite. Como me senti outra…
Vivi, senti, amei com todo o fervor da minha alma, idílio de paz, de alegria, um sonho realizado, que o tempo jamais apagará.
Não passo de uma imortal romântica, não posso prever o amanhã que a vida me reserva, mas na eloquência do silêncio, as lágrimas visitaram os meus olhos, rolaram pelo meu rosto, confundiram-se com a transpiração e mostraram-me que ainda sou hábil e me consigo surpreender.
A tua ternura, e emoção vivida fizeram-me acreditar que o futuro poderá ainda sorrir ao teu lado, no mundo que é apenas nosso.
O contágio foi recíproco, os nossos olhares cruzavam-se de toda a vez que uma nova dança começava. Não foi necessário falar, o mundo estava prostrado aos nossos pés, a fascinação acontecia e nós continuávamos a bailar…a bailar…
Não houve aplausos, mas como dois bailarinos que amam a sua arte, escutamos os sussurros do prazer que os nossos corpos envolvidos brotavam.
A escuridão não queria terminar, mas o dia teimava em aparecer e a despedida era eminente.
Tanta paixão, tanto amor, não podem nem devem deter-se adormecidos, as vidas são para se viverem, os momentos para se recordarem e juntos podemos voar, construir castelos, mudar o rumo aos contos de fadas, abraçar a felicidade e uma vez mais agarrar oportunidade que a existência nos dá.
Quase acreditei que tudo poderia mudar, não foste convincente, mas que me tocaste profundamente o coração, não posso negar.
Esperarei para ver o resultado… na minha imaginação já está definido.
Também sei que nada te fará mudar, embora só o tempo me dê a resposta que eu já tenho e irei guardar.
A magia de uma noite aconteceu, foi real e os protagonistas viveram juntos, o estonteante delírio de uma momentânea felicidade.
A dança deu prazer, o momento foi vivido, mas não adianta sonhar…a bailar, bailar, fica o pensamento para sempre a flutuar.
A música será sempre boa companheira, a recordação acompanha-a e eu renovo o meu ego.
A Autora: Moreira Balde 26/10/2008
Tudo era tão perfeito que confundi realidade com magia. Não sei bem o que sentia, a embriaguês do momento levou-me a voar por céus, mares, planícies, enfim…
Por instantes, quase acreditei que eu, não era eu!
A sintonia foi tanta, o mel tão autêntico que tudo em volta deixou de existir; vivi uma realidade que só a juventude nos oferece. Foi contagiante a alegria, nada nem ninguém consegue igualar tamanha felicidade. No meu conceito, não encontro léxico adequado para expressar tamanha emoção.
Tal como havíamos combinado, saímos.
O local escolhido foi de comum acordo e na pequena viagem realizada, observei uma vez mais a lua cheia, as estrelas, e a ternura contagiante de uma paixão viva.
O jantar não foi dos deuses, mas muito delicioso e repleto de ternura. O peixe como sempre foi a minha escolha, não troco esta iguaria por mais nenhuma. Sou fiel ao meu degustar.
O tempo, esse nunca parou, mas na minha mente ficou estabilizado, tão sossegado que nem me lembrei de olhar para a máquina da precisão.
Não brindamos ao amor, nem a um futuro encontro, com efeito, no meu coração a promessa ficou em cada palavra, em cada gesto e no mais expressivo dos nossos olhares.
Nas minhas fantasias, e nos meus sonhos acordados, eu já tinha vivido o fascínio estonteante da dança. Como de magia se tratasse, em tua companhia e nos teus braços, voei pelo salão e tornei-me a estrela mais brilhante de todo o universo.
Os nossos corpos rodopiaram, e as colcheias da melodia encaixavam na perfeição. Escutei-te cantar, e guiada por ti, bailava… bailava!
Completamente sóbria acordada e muito feliz, pedi para me beliscares, pois queria ter a certeza que vivia uma realidade sem que esta fosse apenas fruto da minha imaginação.
Os movimentos conduzidos pelo tempo musical, surgiam certinhos como os de um par bem treinado para a sua grande noite de gala.
Que fascínio… que loucura!
A noite de uma Cinderela dos contos de fadas aconteceu, e eu dançava, dançava…
Levada pela emoção e pelo prazer dos passos outrora interiorizados, guardados pelo tempo no baú das minhas relíquias, acabaram por desabrochar.
A atmosfera envolvente surgia, o compasso e a melodia, ambos muito delicados, acariciavam-nos e a coreografia emanava um perfume sublime, suave, enternecedor…
O mago abriu a tampa, e a essência embriagou completamente cada segundo, cada dança, cada passo, cada movimento, enfim…. Foi para mim, uma noite de magia perene!
Eterna, porque prevalecerá em minha mente pela vida fora, eterna porque continuarei a dançar nos meus delírios, mesmo que nunca mais volte a acontecer.
Este foi sem dúvida um dos melhores prazeres que a vida me ofereceu. A magia ficará comigo, a música, para quem a souber escutar, e a paixão pela dança, só para os amantes desta arte.
A harmonia foi perfeita, o momento muito especial, e aquela noite, apenas ao meu mundo pertencerá.
Quanto tempo passou? Quase já nem me lembrava mais o quanto amava este deleite. Como me senti outra…
Vivi, senti, amei com todo o fervor da minha alma, idílio de paz, de alegria, um sonho realizado, que o tempo jamais apagará.
Não passo de uma imortal romântica, não posso prever o amanhã que a vida me reserva, mas na eloquência do silêncio, as lágrimas visitaram os meus olhos, rolaram pelo meu rosto, confundiram-se com a transpiração e mostraram-me que ainda sou hábil e me consigo surpreender.
A tua ternura, e emoção vivida fizeram-me acreditar que o futuro poderá ainda sorrir ao teu lado, no mundo que é apenas nosso.
O contágio foi recíproco, os nossos olhares cruzavam-se de toda a vez que uma nova dança começava. Não foi necessário falar, o mundo estava prostrado aos nossos pés, a fascinação acontecia e nós continuávamos a bailar…a bailar…
Não houve aplausos, mas como dois bailarinos que amam a sua arte, escutamos os sussurros do prazer que os nossos corpos envolvidos brotavam.
A escuridão não queria terminar, mas o dia teimava em aparecer e a despedida era eminente.
Tanta paixão, tanto amor, não podem nem devem deter-se adormecidos, as vidas são para se viverem, os momentos para se recordarem e juntos podemos voar, construir castelos, mudar o rumo aos contos de fadas, abraçar a felicidade e uma vez mais agarrar oportunidade que a existência nos dá.
Quase acreditei que tudo poderia mudar, não foste convincente, mas que me tocaste profundamente o coração, não posso negar.
Esperarei para ver o resultado… na minha imaginação já está definido.
Também sei que nada te fará mudar, embora só o tempo me dê a resposta que eu já tenho e irei guardar.
A magia de uma noite aconteceu, foi real e os protagonistas viveram juntos, o estonteante delírio de uma momentânea felicidade.
A dança deu prazer, o momento foi vivido, mas não adianta sonhar…a bailar, bailar, fica o pensamento para sempre a flutuar.
A música será sempre boa companheira, a recordação acompanha-a e eu renovo o meu ego.
A Autora: Moreira Balde 26/10/2008
Diva
DIVA
Conheci-te e adorei.
A força que emanas
Flui sem tramas,
Ser assim… não encontrei!
Diva de olhar astuto…
Almejas a vida,
Reconheces a lida
Efémera, escuto!
Parar não é lema…
Lutar é estatuto
Sempre febril, serena!
Diva de luto,
Por ti velarei…
Perene, amarei!
Moreira Balde: 09/10 2010
Conheci-te e adorei.
A força que emanas
Flui sem tramas,
Ser assim… não encontrei!
Diva de olhar astuto…
Almejas a vida,
Reconheces a lida
Efémera, escuto!
Parar não é lema…
Lutar é estatuto
Sempre febril, serena!
Diva de luto,
Por ti velarei…
Perene, amarei!
Moreira Balde: 09/10 2010
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
ALMA
Não escreve frases bonitas,
Nem poemas de amor
Mesmo que o coração minta
Sufocará esta dor!
Amar, não posso mais;
Diz-me a alma a chorar...
Não escutes os meus ais,
Eles não te vão alegrar!
Guardada no coração,
Fica esta paixão ardente,
Muito viva… persistente!
A saudade abala e tortura,
Torna-me escrava a mente…
Enclausura-me à loucura!
Moreira Balde
Não escreve frases bonitas,
Nem poemas de amor
Mesmo que o coração minta
Sufocará esta dor!
Amar, não posso mais;
Diz-me a alma a chorar...
Não escutes os meus ais,
Eles não te vão alegrar!
Guardada no coração,
Fica esta paixão ardente,
Muito viva… persistente!
A saudade abala e tortura,
Torna-me escrava a mente…
Enclausura-me à loucura!
Moreira Balde
A Realidade
A REALIDADE
O prometido rareia,
O telefone não toca,
O olhar vagueia...
A dor sufoca!
A voz emudece,
O dia escurece,
A saudade aumenta
O amor atormenta.
A mente é pobre,
O choro acontece...
O coração sofre!
A música embala
O espírito adormece,
O sonho, abala...
Moreira Balde 89/06/15
O prometido rareia,
O telefone não toca,
O olhar vagueia...
A dor sufoca!
A voz emudece,
O dia escurece,
A saudade aumenta
O amor atormenta.
A mente é pobre,
O choro acontece...
O coração sofre!
A música embala
O espírito adormece,
O sonho, abala...
Moreira Balde 89/06/15
O Meu Penar
O MEU PENAR
Triste, só e abandonada
Por um amor sem fim;
Tantas vezes sonhei acordada
Para não sofrer assim!
Não é justo este penar
Não é digno este amor,
Viver para chorar
Não é vida, é dor!
Serei capaz de lutar
E viver este anseio?
Fazer ver e acreditar…
A vida não é devaneio!
Acordada estou agora,
Fito e nada vejo
Chegar e ir embora…
Não é só um desejo!
Abri a porta e entraste,
Pensando não ser assim…
Amor, desabrochaste
Não me deixes ver o fim!
Adeus não pode ser
Sinto-o dentro do peito;
Amor, merecer, merecer…
Merece respeito!
Moreira Balde
Triste, só e abandonada
Por um amor sem fim;
Tantas vezes sonhei acordada
Para não sofrer assim!
Não é justo este penar
Não é digno este amor,
Viver para chorar
Não é vida, é dor!
Serei capaz de lutar
E viver este anseio?
Fazer ver e acreditar…
A vida não é devaneio!
Acordada estou agora,
Fito e nada vejo
Chegar e ir embora…
Não é só um desejo!
Abri a porta e entraste,
Pensando não ser assim…
Amor, desabrochaste
Não me deixes ver o fim!
Adeus não pode ser
Sinto-o dentro do peito;
Amor, merecer, merecer…
Merece respeito!
Moreira Balde
Cochilar
Cochilar
Nas águas toquei,
Nas nuvens chorei,
Nas pedras parei…
As conchas, encontrei!
O sol abracei,
A lua beijei,
A brisa, inalei
A chuva, saboreei…
Confusas salgadas
Tristes toldadas…
As lágrimas, escutei!
Com olhos molhados
Cansada lutei,
Aperreada…acordei!
Moreira balde 5/06/2010
Nas águas toquei,
Nas nuvens chorei,
Nas pedras parei…
As conchas, encontrei!
O sol abracei,
A lua beijei,
A brisa, inalei
A chuva, saboreei…
Confusas salgadas
Tristes toldadas…
As lágrimas, escutei!
Com olhos molhados
Cansada lutei,
Aperreada…acordei!
Moreira balde 5/06/2010
अ मिंह Avózinha
A Minha Avozinha
A minha avozinha
Era pequenina e velhinha!
Ensinou-me o que sabia
Embriagou-me de alegria;
Não dominava a poesia,
Mas, no pregão à sardinha…
Foi mestra e rainha!
Na canastra me embalou
Na canastra me passeou;
Não foi leito de princesa
Mas foi assim que me criou…
A minha avozinha,
Foi mãe e minha madrinha,
Era pequenina e muito redondinha!
A minha avozinha
Era pequenina e velhinha!
Não me abastou de brinquedos
Nem me vestiu de organdi,
Vivi com alguns degredos
Deu-me sonhos e ternura,
E com ela muito aprendi.
A minha avozinha
Era pequenina e velhinha!
Comigo no pensamento
Vive e fala todos os dias,
Escuta o meu lamento …
È minha guardiã
E não faz revelias.
Outro amor assim
Não vou encontrar,
Guardado eternamente
No meu peito vai ficar;
A minha avozinha
Pequenina e velhinha…
Viverá até eu acabar!
Moreira Balde
A minha avozinha
Era pequenina e velhinha!
Ensinou-me o que sabia
Embriagou-me de alegria;
Não dominava a poesia,
Mas, no pregão à sardinha…
Foi mestra e rainha!
Na canastra me embalou
Na canastra me passeou;
Não foi leito de princesa
Mas foi assim que me criou…
A minha avozinha,
Foi mãe e minha madrinha,
Era pequenina e muito redondinha!
A minha avozinha
Era pequenina e velhinha!
Não me abastou de brinquedos
Nem me vestiu de organdi,
Vivi com alguns degredos
Deu-me sonhos e ternura,
E com ela muito aprendi.
A minha avozinha
Era pequenina e velhinha!
Comigo no pensamento
Vive e fala todos os dias,
Escuta o meu lamento …
È minha guardiã
E não faz revelias.
Outro amor assim
Não vou encontrar,
Guardado eternamente
No meu peito vai ficar;
A minha avozinha
Pequenina e velhinha…
Viverá até eu acabar!
Moreira Balde
Paixão
PAIXÂO
Nas ondas do teu abraço,
Afogo a paixão ardente
Arrefeço o cansaço…
Libero a minha mente!
Longe vai o estilhaço,
Da volúpia carente
Enrolada no teu abraço…
Sonho para sempre!
Idílio calmante,
Terno e potente
Sentir-me amante…
Ó… palavra excelente!
Anseio-te para sempre
Alegria cantante,
Devaneio eternamente
Ó… paixão contagiante!
Moreira Balde 06/06/2010
Nas ondas do teu abraço,
Afogo a paixão ardente
Arrefeço o cansaço…
Libero a minha mente!
Longe vai o estilhaço,
Da volúpia carente
Enrolada no teu abraço…
Sonho para sempre!
Idílio calmante,
Terno e potente
Sentir-me amante…
Ó… palavra excelente!
Anseio-te para sempre
Alegria cantante,
Devaneio eternamente
Ó… paixão contagiante!
Moreira Balde 06/06/2010
होरस Amargas
Horas Amargas
Lembras-te?
Através daquela noite imensa…
Navegou minha alma em desespero,
Única, triste e tensa
Permanecia num degredo
Lutando só, e com medo!
Feroz estava o mar,
Esgotada encontrava-me eu,
Orava por te ver
Ávida por te encontrar!
Emaranhada era a chuva,
Incolores as minhas lágrimas,
Revoltavam-se as ondas
Aumentavam as minhas mágoas…
Fitava com loucura
Rio, mar, terra e céu,
Implorava a Deus bravura
Nas horas de tanto breu.
Crendo te encontrar…
A Deus por ti pedia,
Tentava não desanimar
Quando salvo chegar te via!
Moreira Balde
Lembras-te?
Através daquela noite imensa…
Navegou minha alma em desespero,
Única, triste e tensa
Permanecia num degredo
Lutando só, e com medo!
Feroz estava o mar,
Esgotada encontrava-me eu,
Orava por te ver
Ávida por te encontrar!
Emaranhada era a chuva,
Incolores as minhas lágrimas,
Revoltavam-se as ondas
Aumentavam as minhas mágoas…
Fitava com loucura
Rio, mar, terra e céu,
Implorava a Deus bravura
Nas horas de tanto breu.
Crendo te encontrar…
A Deus por ti pedia,
Tentava não desanimar
Quando salvo chegar te via!
Moreira Balde
Orfã
ORFÃ
Aonde vais sozinha
Sem apoio de alguém,
Linda criancinha
Órfã de pai e mãe?
Mas se ninguém te visse
A passar coitadinha...
Eu vi-te rondar e disse:
Aonde vais sozinha?
Após longo caminho
O descanso sabe bem
Não vivas sem carinho
Sem apoio de ninguém...
Tu sorriste com móis
Olhaste com gracinha,
Tens tão lindos caracóis
Minha loira criancinha.
A vida é um segredo
Que tantos degredos tem
Porque ficaste tão cedo
Órfã de pai e mãe?
Autora: Moreira Balde
Aonde vais sozinha
Sem apoio de alguém,
Linda criancinha
Órfã de pai e mãe?
Mas se ninguém te visse
A passar coitadinha...
Eu vi-te rondar e disse:
Aonde vais sozinha?
Após longo caminho
O descanso sabe bem
Não vivas sem carinho
Sem apoio de ninguém...
Tu sorriste com móis
Olhaste com gracinha,
Tens tão lindos caracóis
Minha loira criancinha.
A vida é um segredo
Que tantos degredos tem
Porque ficaste tão cedo
Órfã de pai e mãe?
Autora: Moreira Balde
terça-feira, 27 de julho de 2010
PESCADOR
Pescador
O Vento canta
O pescador enrola,
Puxa a manta…
Depressa amola!
A brisa abranda
A sede sufoca,
O peixe debanda…
Atormenta-lhe a tola.
Pobre, só e triste
Vê o sol raiar
Débil insiste
Sobrevive a sonhar…
Canta e resiste
Para o peixe enganar!
A autora: Moreira Balde 29 de Maio de 2010
O Vento canta
O pescador enrola,
Puxa a manta…
Depressa amola!
A brisa abranda
A sede sufoca,
O peixe debanda…
Atormenta-lhe a tola.
Pobre, só e triste
Vê o sol raiar
Débil insiste
Sobrevive a sonhar…
Canta e resiste
Para o peixe enganar!
A autora: Moreira Balde 29 de Maio de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
POETA
O MUNDO DO POETA
Neste mundo há amor,
Sol alegria e flores
Salmos para os amores
Fluidos doces no odor!
Amigos, amantes, doutores,
Cuidem dele com fervor
Juntos, abraçamos as dores
Deserdamos o rancor!
Mundo vivo com paz…
Enriquece o amor
Acorda e enaltece o rapaz.
Nas ondas do teu calor…
Este Mundo satisfaz
O poeta no paraíso do amor!
A Autora: Moreira Balde 06/06/2010
Neste mundo há amor,
Sol alegria e flores
Salmos para os amores
Fluidos doces no odor!
Amigos, amantes, doutores,
Cuidem dele com fervor
Juntos, abraçamos as dores
Deserdamos o rancor!
Mundo vivo com paz…
Enriquece o amor
Acorda e enaltece o rapaz.
Nas ondas do teu calor…
Este Mundo satisfaz
O poeta no paraíso do amor!
A Autora: Moreira Balde 06/06/2010
ओमेऊ LAR
O Meu Lar
A minha casa, vesti-a de branco
Fiz dela um ninho mimoso,
Nela escuto e canto
Aspiro um aroma amoroso.
Meu lindo e preferido recanto,
Meu estonteante lar formoso
Cheio de alegria e encanto…
É assim que te miro tão airoso!
Aconchego como o teu,
Na vida não terei jamais
Jarras caricatas, flores lindas e cereais…
Doce ancoradoiro meu,
Que sempre me atrais,
Afagas-me com mel cada vez mais!
A Autora: Moreira Balde 2010/06/05
A minha casa, vesti-a de branco
Fiz dela um ninho mimoso,
Nela escuto e canto
Aspiro um aroma amoroso.
Meu lindo e preferido recanto,
Meu estonteante lar formoso
Cheio de alegria e encanto…
É assim que te miro tão airoso!
Aconchego como o teu,
Na vida não terei jamais
Jarras caricatas, flores lindas e cereais…
Doce ancoradoiro meu,
Que sempre me atrais,
Afagas-me com mel cada vez mais!
A Autora: Moreira Balde 2010/06/05
CINZAS
CINZAS
Quando eu morrer
Ao mar vou parar,
Dar à terra comer
Não me irá agradar…
As cinzas, quero ter
Nas águas do mar,
Quero o meu ser
A fluir e nadar…
Na balsa irão me levar,
Do infinito irei ver…
Não quero ver chorar
Apenas palmas bater!
Flores irão flutuar
Comigo irão correr
Depois vão parar
Até a fadiga as vencer!
A Autora: Moreira Balde 06/06/2010
Quando eu morrer
Ao mar vou parar,
Dar à terra comer
Não me irá agradar…
As cinzas, quero ter
Nas águas do mar,
Quero o meu ser
A fluir e nadar…
Na balsa irão me levar,
Do infinito irei ver…
Não quero ver chorar
Apenas palmas bater!
Flores irão flutuar
Comigo irão correr
Depois vão parar
Até a fadiga as vencer!
A Autora: Moreira Balde 06/06/2010
PROEZAS
PROEZAS ESEQUIANAS
Coimbra de estudantes,
Engenheiros e doutores,
Professores arrogantes…
Salivam ódio e rancores!
Dividem os amores,
Pisam os falantes…
Roubam-nos paz e louvores
Fazem-nos errantes.
ESEC de rancores,
Tiranizam os falantes!
Ouvem-se os rumores…
A paz entediante
Pintam-na de flores,
Abater falantes…é dote de doutores!
A Autora: Moreira Balde 08/06/2010
Coimbra de estudantes,
Engenheiros e doutores,
Professores arrogantes…
Salivam ódio e rancores!
Dividem os amores,
Pisam os falantes…
Roubam-nos paz e louvores
Fazem-nos errantes.
ESEC de rancores,
Tiranizam os falantes!
Ouvem-se os rumores…
A paz entediante
Pintam-na de flores,
Abater falantes…é dote de doutores!
A Autora: Moreira Balde 08/06/2010
LACUNAS
Lacunas de Professores
Oh! Coimbra… Coimbra…
O que fizeste de mim?
Arrancaste-me a alma…
Fardaste-me de pinguim!
Sugaste-me a calma…
Finaste-te de mim.
Coimbra…Coimbra…
Mergulhaste-me na solidão,
Escravizaste-me o pensamento,
Sem pedires perdão!
Vivi um tormento,
Por não teres coração…
Perante minhas dores,
Fizeste pouco de mim.
Oh! Coimbra…Coimbra…
Lutei até ao fim!
Na minha tarimba,
Avistei leões e professores!
A Autora: Moreira Balde 08/06/2010
Oh! Coimbra… Coimbra…
O que fizeste de mim?
Arrancaste-me a alma…
Fardaste-me de pinguim!
Sugaste-me a calma…
Finaste-te de mim.
Coimbra…Coimbra…
Mergulhaste-me na solidão,
Escravizaste-me o pensamento,
Sem pedires perdão!
Vivi um tormento,
Por não teres coração…
Perante minhas dores,
Fizeste pouco de mim.
Oh! Coimbra…Coimbra…
Lutei até ao fim!
Na minha tarimba,
Avistei leões e professores!
A Autora: Moreira Balde 08/06/2010
INFÂNCIA
Professor - JOAQUIM PEIXINHO
INFÂNCIA DE OUTRORA
Por entre ruas e vielas
A infância foi vivida,
Não faltaram nas janelas
Vizinhas atrevidas…
Em pátios e cobertas
Brincou-se à escondida,
Não tivemos vuvuzelas,
Mas a infância foi vivida!
Entre cantos e recantos
Respiramos liberdade,
Tivemos alguns encantos…
Vivemos a realidade.
Por entre portas abertas
E cortinas fechadas…
Não tivemos alertas,
Nem portas trancadas!
A Autora: Moreira Balde 14/06/2010
INFÂNCIA DE OUTRORA
Por entre ruas e vielas
A infância foi vivida,
Não faltaram nas janelas
Vizinhas atrevidas…
Em pátios e cobertas
Brincou-se à escondida,
Não tivemos vuvuzelas,
Mas a infância foi vivida!
Entre cantos e recantos
Respiramos liberdade,
Tivemos alguns encantos…
Vivemos a realidade.
Por entre portas abertas
E cortinas fechadas…
Não tivemos alertas,
Nem portas trancadas!
A Autora: Moreira Balde 14/06/2010
MATEMÁTICA
Professora - ANABELA MARINI
MATEMÁTICA
Unidade… inventada
Por homens e factos,
Matemática executada
É obra de ataráxicos…
Decifrar no papel
Equações argutas…
Prefiro o cinzel,
Às contas absolutas!
Nobreza numérica sã,
Glória em mim, não brilhou…
É amargura vã,
Velozmente se finou!
Matemática decifrada,
É para peritos e professores
Por eles é apreciada,
Para outros…são dores!
A Autora: Moreira Balde 18/06/2010
MATEMÁTICA
Unidade… inventada
Por homens e factos,
Matemática executada
É obra de ataráxicos…
Decifrar no papel
Equações argutas…
Prefiro o cinzel,
Às contas absolutas!
Nobreza numérica sã,
Glória em mim, não brilhou…
É amargura vã,
Velozmente se finou!
Matemática decifrada,
É para peritos e professores
Por eles é apreciada,
Para outros…são dores!
A Autora: Moreira Balde 18/06/2010
PORTE
Professora - LILIANA OLIVEIRA
PORTE
De voz altiva
E postura atrevida,
Ensina português
Ao leigo e ao maltês…
Simples e forte,
Manipula a sorte
Corrige a turma,
Indo a um…e a uma!
Tem atitude,
Genica e alegria…
Sabe imperar a mestria!
Não lhe falta furor,
Avidez e cortesia,
Pompeia… valor!
A Autora: Moreira Balde 17/06/2010
PORTE
De voz altiva
E postura atrevida,
Ensina português
Ao leigo e ao maltês…
Simples e forte,
Manipula a sorte
Corrige a turma,
Indo a um…e a uma!
Tem atitude,
Genica e alegria…
Sabe imperar a mestria!
Não lhe falta furor,
Avidez e cortesia,
Pompeia… valor!
A Autora: Moreira Balde 17/06/2010
QUIETUDE
Professor - ANTÓNIO CACHIDE
QUIETUDE
Homem de história
Cumpridor de missão,
Mérito e glória
Dão sempre a mão…
Calmo e possante
Passa de ala em ala,
Elucida o estudante
Adelgaça a fala.
Professor da seara
De chefia majestosa
Sereno… tem alma rara!
A história é manhosa
A actualização não pára…
A barba… é sinal de garra!
A Autora: Moreira Balde 16/06/2010
QUIETUDE
Homem de história
Cumpridor de missão,
Mérito e glória
Dão sempre a mão…
Calmo e possante
Passa de ala em ala,
Elucida o estudante
Adelgaça a fala.
Professor da seara
De chefia majestosa
Sereno… tem alma rara!
A história é manhosa
A actualização não pára…
A barba… é sinal de garra!
A Autora: Moreira Balde 16/06/2010
CANDURA
Professora - CRISTINA VIDAL
CANDURA
O Inglês é alquimia
O falar melodia,
O solfejar sereno…
O olhar ameno!
A calma é magia …
A doçura contagia,
Musa do ameno
De olhar sereno!
Coração nobre
Alastra alegria…
Ao rico e ao pobre!
Fluido gracioso,
Senhora de mestria
De inglês majestoso!
A Autora: Moreira Balde 17/06/2010
CANDURA
O Inglês é alquimia
O falar melodia,
O solfejar sereno…
O olhar ameno!
A calma é magia …
A doçura contagia,
Musa do ameno
De olhar sereno!
Coração nobre
Alastra alegria…
Ao rico e ao pobre!
Fluido gracioso,
Senhora de mestria
De inglês majestoso!
A Autora: Moreira Balde 17/06/2010
ESQUISSO
Professora - ANA GONÇALVES
ESQUISSO
Ana Gonçalves…
Professora com lema,
Figura pequena
Grande nas frases.
Mente arrojada,
Culta e sábia…
Muito aprimorada
Óptima na lábia!
Destreza enamorada,
Culta e sábia…
Atrevida na lida!
Pequena amada
Glorifica a vida,
Sem ela… vai-se a fadiga!
A Autora : Moreira Balde 14/06/2010
ESQUISSO
Ana Gonçalves…
Professora com lema,
Figura pequena
Grande nas frases.
Mente arrojada,
Culta e sábia…
Muito aprimorada
Óptima na lábia!
Destreza enamorada,
Culta e sábia…
Atrevida na lida!
Pequena amada
Glorifica a vida,
Sem ela… vai-se a fadiga!
A Autora : Moreira Balde 14/06/2010
अ बेलेज़ा डा Ria
A Beleza da Ria
A beleza da ria
Traz e leva alegria,
Espalha ao luar
O segredo do mar!
O cheiro da maresia
Avizinha calmaria,
Faz o pescador sonhar
E a água espelhar!
Apóstolos da ria,
Salmos marotos,
Cantam salinas e marnotos…
A noite está fria
Os calções rotos,
Oh! Marnoto… chegou o dia.
A autora: Moreira Balde 29 de Maio de 2010
A beleza da ria
Traz e leva alegria,
Espalha ao luar
O segredo do mar!
O cheiro da maresia
Avizinha calmaria,
Faz o pescador sonhar
E a água espelhar!
Apóstolos da ria,
Salmos marotos,
Cantam salinas e marnotos…
A noite está fria
Os calções rotos,
Oh! Marnoto… chegou o dia.
A autora: Moreira Balde 29 de Maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Um Amigo
O amigo não é só para as ocasiões.
O amigo, é o companheiro ideal
Que te dá a mão e tem sempre, um sorriso para te dar.
O amigo não se cansa de ti,
Ouve-te e faz com que o ouças;
O amigo acompanha-te sempre,
Mesmo que seja para te mostrar
O lado errado da vida.
O verdadeiro amigo é aquele em
Quem tu confias e não te trai!
O amigo, diz sempre a verdade
Mesmo que ela te faça sofrer...
O amigo é alguém a quem tu,
Tens que ser fiel.
O amigo nunca te faz chorar;
O amigo é também aquele que
Tem os pés assentes na terra
E te diz não, quando o mereces!
O amigo gosta sempre de ti...
O amigo nunca te manda embora;
Quem é que te faz viver e te mostra
O lado bom das coisas?
Também é o amigo!
O amigo nunca te abandona e
Está contigo nas horas difíceis;
O amigo jamais se esquece de ti!
O amigo é o mais amigo de todos...
O verdadeiro amigo podes ser tu!
O amigo, é o companheiro ideal
Que te dá a mão e tem sempre, um sorriso para te dar.
O amigo não se cansa de ti,
Ouve-te e faz com que o ouças;
O amigo acompanha-te sempre,
Mesmo que seja para te mostrar
O lado errado da vida.
O verdadeiro amigo é aquele em
Quem tu confias e não te trai!
O amigo, diz sempre a verdade
Mesmo que ela te faça sofrer...
O amigo é alguém a quem tu,
Tens que ser fiel.
O amigo nunca te faz chorar;
O amigo é também aquele que
Tem os pés assentes na terra
E te diz não, quando o mereces!
O amigo gosta sempre de ti...
O amigo nunca te manda embora;
Quem é que te faz viver e te mostra
O lado bom das coisas?
Também é o amigo!
O amigo nunca te abandona e
Está contigo nas horas difíceis;
O amigo jamais se esquece de ti!
O amigo é o mais amigo de todos...
O verdadeiro amigo podes ser tu!
domingo, 2 de maio de 2010
LIBERDADE
A liberdade tem regras e direitos;
Tem o eco do silêncio e a mudez da oralidade, tem o abstracto e o concreto; a alegria e a tristeza, o olhar de não ver, o sentir e não sofrer...
Liberdade é ter um amigo, é emanar o cheiro de uma flor, é ter um abrigo sem sentir ardor...
É sentar-me num jardim e as aves fitar, escutar os seus chilreios, mirar o culto de acasalamento sem os perturbar!
É olhar o horizonte e perder-me na imensidão, planar sobre o mar e não ter noção...
O prazer de não cumprie um dever, a satisfação de alguém rir com vontade; é entender o murmurio do vento, o sussurrar das águas, o deleite de fazermos parte íntegra da Mãe natureza!
O respeito de uns para com os outros, o querer gritar se assim me der vontade, sem achar ridículo...
O campo é um espaço puro e natural, sinónimo de Liberdade, de fertilidade, de saúde e de vida.
Tantas coisas que podemos enumerar por liberdade!
Liberdade no meu ponto de vista qualifica a independência do ser humano, trata-se da
autonomia , da espontaneidade do estado de espírito de cada um.
Domina e constitui a condição dos comportamentos dos cidadãos. cada um age por si, é dono dos seus actos e de si mesmo.
A liberdade tem regras e direitos;
Tem o eco do silêncio e a mudez da oralidade, tem o abstracto e o concreto; a alegria e a tristeza, o olhar de não ver, o sentir e não sofrer...
Liberdade é ter um amigo, é emanar o cheiro de uma flor, é ter um abrigo sem sentir ardor...
É sentar-me num jardim e as aves fitar, escutar os seus chilreios, mirar o culto de acasalamento sem os perturbar!
É olhar o horizonte e perder-me na imensidão, planar sobre o mar e não ter noção...
O prazer de não cumprie um dever, a satisfação de alguém rir com vontade; é entender o murmurio do vento, o sussurrar das águas, o deleite de fazermos parte íntegra da Mãe natureza!
O respeito de uns para com os outros, o querer gritar se assim me der vontade, sem achar ridículo...
O campo é um espaço puro e natural, sinónimo de Liberdade, de fertilidade, de saúde e de vida.
Tantas coisas que podemos enumerar por liberdade!
Liberdade no meu ponto de vista qualifica a independência do ser humano, trata-se da
autonomia , da espontaneidade do estado de espírito de cada um.
Domina e constitui a condição dos comportamentos dos cidadãos. cada um age por si, é dono dos seus actos e de si mesmo.
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